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Zacarias Mumps conta que o campo do século XIV era um ovóide, de cento e cinquenta e dois metros de comprimento por cinquenta e cinco de largura, com uma pequena área circular de aproximadamente sessenta centímetros de diâmetro ao centro. Ele conta, ainda, que o juiz (ou quijuiz, como era conhecido então, fosse homem ou mulher) levava as quatro bolas até o círculo central rodeado pelos catorze jogadores. No instante em que as bolas eram liberadas ( a goles era atirada pelo juiz), os jogadores levavam vôo a toda velocidade. No tempo de Mumps, os gols ainda eram marcados em enormes cestas presas no alto de postes.
Em 1620, Quíntio Umfraville escreveu um livro intitulado O nobre esporte dos bruxos, no qual havia um diagrama do campo do século XVII. Nele vemos o acréscimo do que hoje conhecemos como “pequena área” em cada extremidade do campo. As cestas no alto dos postes eram muito menores e mais altas do que no tempo de Mumps.
Por volta de 1883 as cestas deixaram de ser usadas para a marcação de gols e foram substituídas pelas balizas que hoje usamos, uma inovação noticiada pelo Profeta Diário da época. A partir daí o campo de quadribol não sofreu mais nenhuma mudança.